|
| | |

Em Janeiro de 1989, durante o International
Bliss Competition, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro,
as bodyboarders brasileiras resolveram criar a categoria
profissional feminina. Daniela Freitas, com 15 anos
de idade na época, era a mais nova entre as maiores
feras do mundo do bodyboard, entre elas: Stephanie Pettersen,
Glenda Kozlowski, Mariana Nogueira, Isabela Nogueira
e Cláudia Ferrari.
Nesse mesmo campeonato, Daniela chamou
a atenção de todos, faturando um 3º lugar. Ano após
ano, veio se destacando mais, dessa vez no circuito
brasileiro e no mundial de Pipeline.
Em 1995, quando foi criado a Global Organization
of Bodyboarders, Dani sumiu do cenário do bodyboard.
Aquela que era uma promessa para o esporte brasileiro
ficou com problemas intestinais e não pôde participar
do 1º ano do mundial. Durante 3 meses na Califórnia
fazendo um trabalho com um preparador físico, ela pôde
competir a temporada havaiana de 95/96. Dani saiu do
North Shore confiante e fez com que 96 fosse seu ano
no circuito. Mesmo tendo que vir das triagens, sua campanha
rumo ao título mundial foi arrasadora.
Venceu logo o segundo evento da temporada
no Japão e não deu chances as suas adversárias no restante
do circuito, vencendo mais da metade das etapas disputadas.
Não deu outra e, na última etapa do circuito, em Pipeline,
ela sagrou-se campeã mundial.
Completando, venceu o ISA Surfing Games, em Huntington
Beach, Califórnia, confirmando o posto de melhor do
mundo. Para o esporte, Freitas foi a campeã ideal, com
uma imagem simpática e bonita, e um carisma essencial
para colocar o bodyboard em grande escala na TV e nos
principais jornais do país.
No início do mês de Janeiro de 1998, Daniela Freitas
confirmou seu poder dentro d'água e se consagrou com
o bi. Seu sorriso fora da água e o ataque sobre as ondas
indicam um futuro feliz, para ela e para o bodyboard
feminino.
fonte: "BodyBoard Brasil"
[[ Confira a entrevista com
Daniela Freitas, no GOB 98 ]]
Fale com os maiores Bodyboarders do mundo e do
Brasil.
[ Lista
de e-mails ]
|